Sobre a condenação de João Câncio

João Câncio, ex-ministro da Educação, condenado pelo Tribunal Distrital de Díli a 7 anos de prisão e a pagar 500.000 dólares norte-americanos. Possíveis consequências? Ir a recurso e ser absolvido, ou ainda, ir mesmo para a prisão e cumprir apenas 1 ano encarcerado para depois ser libertado pelo presidente da República. A última destas hipóteses já nem é novidade, pois assim nos habituaram os presidentes Horta e Matan Ruak. Ao contrário do povo bainbain, político que comete crime e é julgado, condenado à prisão, cumpre apenas 1/3 da pena e depois é liberto pelo Presidente da República. Em Timor-Leste, a lei não é igual para todos.

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